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ASSIONARA SOUZA

Assionara Medeiros de Souza (Caicó, 14 de outubro de 1969 - Curitiba, 21 de maio de 2018) foi uma escritora e dramaturga brasileira.

Nascida em Caicó/RN e radicada em Curitiba/PR.
Formada em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná, em 2003, foi pesquisadora da obra de Osman Lins (1924-1978). Fez o mestrado e o doutorado também na UFPR. Autora dos volumes de contos Cecília não é um cachimbo(2005), Amanhã. Com sorvete! (2010), Os hábitos e os monges(2011), Na rua: a caminho do circo (2014) —contemplado com a Bolsa Petrobras, 2014; e dos livros de poesia Alquimista na chuva (2017) e Instruções para morder a palavra pássaro (2022, póstumo). Sua obra foi publicada no México pela editora Calygramma. Foi colaboradora da revista Germina Literatura. Participou do coletivo Escritoras Suicidas. Idealizou e coordenou o projeto Translações: Literatura em Trânsito, reunindo autores paranaenses. Estreou na dramaturgia escrevendo a peça Das mulheres de antes (2016), para a Inominável Companhia de Teatro.

Assionara faleceu na cidade de Curitiba aos 48 anos de idade, após enfrentar um câncer de intestino no último período da vida dela. Em 2022, a Telaranha Edições reuniu sua produção poética inédita no livro Instruções para morder a palavra pássaro.

Poesia

2017 - Alquimista na Chuva - Ed. Kotter

2022 - Instruções para morder a palavra
pássaro
 (póstumo) - Ed. Telaranha


 

ANTOLOGIA SELVAGEM: UM BESTIÁRIO DA POESIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA/ Alexandre Bonafim, Claudio Daniel e Fábio Júlio (org.) - Franca, SP:  Cavalo Azul, 2025.  372 p.  ISBN 978-65-83644-11-4
Exemplar da biblioteca de SALOMÃO SOUSA.

Voltar de novo a pousar os olhos

Voltar de novo a pousar os olhos
Nos elefantes de pedra do sertão
Passivos e silenciosos, engolem
A poeira dos dias em seu repouso sem fim
Sua silhueta búdida se alonga no horizonte árido
Lançando aos viajantes um
Bocejo azul do céu permanente
O vento morno cava superfícies imperceptíveis
Tangendo para mais longe o sentido da eternidade
Enquanto a criança que fui sonha sempre com o dia em que
Os elefantes rochosos acordem do sono
Levantam-se e partam em bando
Ao encontro de um glorioso e definitivo ocaso

 

*
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Página publicada em fevereiro de 2026

 

 


 

 

 
 
 
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